O diretor de futebol da Portuguesa Londrinense, Amarildo Vieira, afirmou ontem que não pretende pedir ajuda à prefeitura ou à Câmara de Londrina para que o time de futebol profissional permaneça na cidade. ‘‘Não sou mendigo de ficar pedindo as coisas. Cansei de esperar por apoio. Não queria dinheiro da prefeitura, apenas que ela conseguisse patrocínio junto aos empresários’’, afirmou ele. O dirigente segue mantendo contatos com a prefeitura de Arapongas para levar o time para lá. Ele também garantiu que continuará administrando o Estádio da Vila Santa Terezinha com as categorias de base da Lusa.
Domingo, a Lusinha faz um jogo teste para sentir como será recebida pela torcida araponguense. A experiência foi uma sugestão do prefeito de Arapongas, José Bisca. O adversário deve ser Tupã (SP) ou Matsubara de Cambará.
‘‘Se tudo der certo, vamos ter torcida e autoridade tentando ajudar a Portuguesa’’, disse Amarildo Vieira, que contabiliza lucros com jovens revelações nos últimos meses.
Depois de vender o meia Nilson e o atacante Roni para o Iraty por R$ 200 mil no final do ano passado, o dirigente negociou o zagueiro André Astorga e o volante Daniel com o Roma-Barueri, campeão da Taça São Paulo de Juniores, por R$ 150 mil.
O técnico Aparecido Vilela continua a preparação do time para a Série A-1 (segunda divisão) do Paranaense. Vilela tenta acertar a equipe que vem de derrota para o recém-criado time do Águia, de Mandaguari, por 3 a 2. A novidade foi a contratação do meia Neto Itimura (ex-Coritiba e Londrina).

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