São Paulo - A diretoria do Palmeiras anunciou ontem, em entrevista coletiva realizada na Academia de Futebol, que tem crédito para efetuar a compra do volante Wesley junto ao Werder Bremen, da Alemanha, numa transação que, com impostos, custaria R$ 21 milhões. Mesmo assim, porém, optou por pedir que a torcida se empenhe em cotizar tal quantia e viabilizar a transferência.
''Temos o crédito, mas não queremos endividar ainda mais o clube. Melhor tentar ousar ao invés de ficar de braços cruzados. A gratidão que o torcedor vai ter em ver o Wesley em campo e saber que fez sua parte para ele estar lá não tem preço'', aposta o presidente Arnaldo Tirone.
Já o vice-presidente de futebol, Roberto Frizzo, preferiu fazer mais um dos seus trocadilhos. ''Doar é amar'', disse ele. ''Então todo torcedor com certeza vai nos ajudar a conseguir o objetivo. Ao invés de buscarmos ajuda com empresários ou empresas, que só fazem aumentar nossa dívida ou pegam nossos jogadores da base, resolvemos pedir ajuda aos torcedores.''
O Palmeiras tem 28 dias para arrecadar os R$ 21 milhões e pagar o Werder Bremen. De acordo com a diretoria, caso o valor não seja atingido por inteiro, o clube tem a opção de decidir se devolve o que arrecadou ou completa o valor e efetua a compra.
Marcos
Palmeiras e Marcos assinaram contrato de dois anos ontem para que o ex-goleiro seja embaixador do clube alviverde. A primeira ação do maior ídolo recente da torcida palmeirense será exatamente ajudar a viabilizar a contratação do volante Wesley, que depende de doação de dinheiro por parte dos torcedores.
Segundo Tirone, Marcos será ''fundamental'' nas ações de marketing de dois momentos históricos para o Palmeiras: o seu centenário, que será comemorado em 2014, e também na abertura da Arena Palmeiras, que deve acontecer em 2013. (Das Agências)

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