São Paulo - Uma contratação polêmica. É isto o que o presidente do São Paulo, Marcelo Portugal Gouvêa, prepara para reforçar o time de Emerson Leão, em 2005. No entanto, o dirigente não dá nenhuma pista sobre o tal ''jogador do presidente'', expressão que ele mesmo gosta de usar ao tratar do assunto. ''Posição? Nacionalidade? Aí, vocês (jornalistas) já estão querendo saber demais'', desconversa.
O ''jogador do presidente'' não dependeria da aprovação de Leão, assim como os outros nomes que fazem parte da lista de reforços da diretoria do São Paulo.
''O treinador tem todo o direito de não gostar do jogador, mas quem decide isso (a contratação) é a diretoria'', garante Gouvêa. ''Eu quero o Leão aqui por mais cinco anos. Mas já pensou se deixamos de contratar e, de repente, o treinador vai embora por qualquer problema? Não podemos deixar a oportunidade passar.''
O próprio presidente reconhece que a contratação será outra surpresa da diretoria, assim como foi a chegada de Lugano, em 2003. De desconhecido, passou a titular absoluto e foi convocado para a seleção uruguaia.

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