quando foram convocados para a equipe júnior do Brasil. "A semelhança entre nós é que somos dedicados nos treinamentos", afirma o baiano. Valdir Joaquim de Moraes, supervisor na seleção e no Corinthians
conhece bem os dois goleiros. "Além de altos, eles transmitem segurança aos demais companheiros de defesa", explica. Paulo César Gusmão, preparador de Dida no Parque São Jorge, tem um carinho especial por Marcos, com quem trabalha na equipe nacional. "Vou torcer por uma vitória do Corinthians, mas espero que não por meio de uma falha do Marcos", disse.Por Arnaldo Ribeiro São Paulo, 11 (AE) - Domingo, no Morumbi, o goleiro Dida terá mais um difícil desafio: enfrentar o Palmeiras pela primeira vez com a camisa alvinegra. Nada, porém, parece abalar o número 1 da seleção brasileira. Quarta-feira, em Belo Horizonte, no confronto contra o Cruzeiro, o ex-clube, Dida foi alvo de ofensas e até de um rojão. Em momento algum, mostrou nervosismo. Assim também foi nos dois jogos contra os argentinos dias antes. "Não sou um cara frio, mas concentrado", garante. "O jogador não pode se deixar levar pela emoção." O goleiro classificou a última semana como ideal para "testar os nervos". "Contra Argentina e Cruzeiro, foram partidas de mexer com os torcedores e também com os atletas", resume. Dida conhece o palmeirense Marcos, seu reserva na seleção, desde 1992

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