São Paulo - O que muita gente esperava ou temia aconteceu ontem em Manchester, palco da decisão entre Milan e Juventus do principal interclubes da Europa. A primeira final italiana da história da Copa dos Campeões não teve gols no tempo normal nem na prorrogação que previa o ''gol de prata''. Melhor para o Milan e seu goleiro, o brasileiro Dida, que fez três defesas na disputa de pênaltis e saiu consagrado.
O time de Milão, que deixou Rivaldo no banco, conquistou seu sexto título europeu é o segundo maior vencedor do continente, só perdendo em taças para o Real Madrid, nove vezes campeão.
Potencial titular da seleção de Carlos Alberto Parreira, Dida travou duelo com Buffon, goleiro italiano que também é especialista em defender pênaltis agarrou 12 das 38 penalidades máximas que enfrentou. Ontem, o goleiro da Juventus defendeu duas cobranças. Assim, o placar na disputa de pênaltis foi 3 a 2. Dida mostrou sua frieza na decisão, pouco comemorando as defesas.

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