Nem mesmo a peculiaridade de estar cravada nos continentes europeu e asiático - fato único no mundo -, facilitando os acessos, evitou a derrota de Istambul para Tóquio (JAP), no ano passado, na eleição que definiu a sede das Olimpíadas de 2020. A cidade que receberá a Seleção Brasileira para o amistoso contra a Turquia, na quarta-feira, preserva a história que remonta aos impérios bizantino e romano.
Com orçamento previsto de US$ 22,9 milhões (R$ 58,7 milhões), a maior cidade turca e europeia, com população superior a 13 milhões de habitantes, exibiu o maior gasto para melhorar a infraestrutura entre as três finalistas do processo.
Entre as principais críticas, o transporte. Istambul sofre com o tráfego. O metrô está longe de atingir toda a cidade e atender a alta demanda. A maioria da população mora do lado asiático, mas trabalha do lado europeu.
A travessia dos lados é feita por duas pontes. A Seleção optou por se hospedar na parte que fica na Ásia, onde também está o estádio do Fenerbahçe, local da partida. O deslocamento do aeroporto - postado na parte europeia - até a concentração brasileira pode demorar até duas horas.

Imagem ilustrativa da imagem DIÁRIO DE VIAGEM
mockup