DIÁRIO DE BORDO
DIÁRIO DE BORDO Nicola vive dia de estrela no Uruguai Os jornalistas uruguaios acharam engraçado que o Nacional prestasse uma homenagem ao goleiro reserva do Atlético, Nicola. Eles falaram que ele fez a fama vestindo a camisa do Peñarol, outro time da capital uruguaia. O goleiro atleticano foi assediado pela imprensa de Montevidéu. Quando ele desembarcou no Aeroporto Internacional de Carrasco, uma equipe de uma rede de TV local o esperava para uma entrevista. O agito não parou por aí: quando desceu do ônibus, na porta do Hotel Sheradon Montevideo, mais jornalistas estavam a sua espera. Nicola pacientemente atendeu a todos. Silas também recebe assédio da imprensa Nicola não foi o único jogador do Atlético a chamar a atenção dos jornalistas uruguaios. O meio-de-campo Silas também foi cercado pela imprensa de Montevidéu. O jogador é muito querido na cidade. Ele jogou diversas vezes em Montevidéu, vestindo a camisa do Central e depois do San Lorenzo, ambas equipes da Argentina. Os jornais buscavam respostas do porquê Silas não vestia a camisa de titular. Kleber, Lucas, Kelly e Adriano nem foram notados. Meia diz que remoçou ao ir para o Atlético Silas, o jogador do Rubro-Negro mais conhecido no Uruguai, confessou a importância do país no seu futebol. O Uruguai teve uma importância muito grande na minha carreira. O treinador Pablo Forlán (ex-lateral do São Paulo na década de 70 e depois treinador) foi quem me lançou na equipe profissional. Jogar aqui me traz boas recordações do meu início no futebol. O meia tem também muita fé na equipe atleticana. Somos uma equipe experiente e vamos dar muitos problemas ao Nacional. Nossa equipe se desloca muito em campo e é de técnica apurada. Acho que rejuvenesci. Agora posso confessar a minha idade: tenho 34 anos, mas corro com um motor de 29. Vadão é comparado a Telê Santana A moral do técnico Oswaldo Vadão Alvarez está bastante alta. O jornalista Andrés Caballero, do maior jornal do Uruguai, El País, o comparou com o ex-técnico da Seleção Brasileira nas Copas do Mundo de 1982 e 1986, Telê Santana. O treinador se identifica com o estilo de Telê Santana. Ele tem um futuro enorme e promissor, disse Caballero. De Leon e Jorjão viram referências O Nacional de Montevidéu é dirigido pelo técnico Hugo de Leon, velho conhecido dos brasileiros. Nos anos 80, quando profissional, defendeu o Grêmio de Porto Alegre. Outra referência brasileira na equipe é o zagueiro Jorjão, conhecido aqui na capital uruguaia como Jorgeao. Nos anos 90, o jogador vestiu a camisa do atual campeão paranaense, o Coritiba.





