Dia dos Pais foi azul e branco
Pais e filhos sofreram no primeiro tempo, mas se esbaldaram com a vitória de 4 a 2 do Londrina sobre o Mogi Mirim (SP). Para não perder o jogo, muitos deles comemoraram o Dia dos Pais às pressas junto com a família.
Foi o caso de Jorge Luiz de Azevedo Rigoni, 22 anos, que levou o filho Caio, de apenas dois anos, ao Estádio do Café. ''Joguei bola de manhã, almocei com a família e vim para o jogo. Sou torcedor do LEC desde criança'', disse o jovem pai, nascido e criado na cidade. Para ele, mesmo o time do coração vencendo por goleada, houve muitos gols desperdiçados. ''O placar poderia ter sido maior.''
Para outro fã de carteirinha do Tubarão, nem as comemorações do feriado e nem os 82 anos de idade o impediram ver o jogo de ontem. ''Vim para Londrina em 1936 e acompanho o futebol local desde os tempos do (Grêmio) Atlético Londrinense. Eu vi o LEC nascer'', brincou o aposentado Jair Valença, acompanhado de dois ''filhos'': o professor Eloir Valença, 43, e o velho e inseparável radinho de pilha.
Para os pais entrevistados, a comilança que começou com o almoço especial junto aos filhos e netos, continuaria no retorno para casa. ''Comemos uma feijoada e vamos voltar para encarar o 'segundo tempo' da festa'', disse seo Jair.
Além da homenagem da família e da vitória do Londrina, o aposentado ganhou um terceiro presente ontem: um brinde dos organizadores do jogo por ter sido o pai mais velho a comparecer ao Estádio. Haja fôlego!





