Deyvid Sacconi pede lugar no time diante do Grêmio
PUBLICAÇÃO
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Agência Estado 
São Paulo - Contra o Sport, ele entrou e fez um gol. Contra o Goiás foi a mesma coisa. Com um bom desempenho no Palmeiras, o meia Deyvid Sacconi sonha em parar de esquentar o banco de reservas e ganhar uma posição no time. ''Todo mundo quer ser titular, quer jogar, e comigo não é diferente'', afirma o atleta, que começou sua carreira no Guarani e em 2007 veio para o Palmeiras.
Aos 22 anos, ele vive um bom momento, mas sabe que não vai ganhar a posição no grito. ''Tenho de estar sempre preparado para ir bem em todos os jogos. Eu vou esperar uma chance e entrar em campo como se fossem os últimos minutos da minha vida. Foi assim que fiz diante do Sport e conseguimos empatar um jogo que estava 2 a 0 para o adversário'', lembra.
Quando o Palmeiras contratou o técnico Muricy Ramalho, Deyvid teve de mostrar novamente seu futebol até ganhar a confiança do treinador. ''Quando ele chegou, não conhecia ainda as minhas características, não sabia como eu gostava de jogar, nem onde me posicionar em campo. Com o tempo, ele foi vendo como é melhor me utilizar'', conta.
Mineiro de Alfenas, o meia do Palmeiras também se mostra tranquilo nas entrevistas. Diz que gosta de assistir às partidas de futebol quando está em casa, descansando. ''Eu também gosto de ver bons jogadores atuando. É sempre interessante.''
O titular da posição no meio-campo do Palmeiras é Cleiton Xavier, que está contundido. Pode ser que ele volte ao time na partida contra o Atlético-MG, no Palestra Itália, no dia 29 de novembro. Mas antes, contra o Grêmio, amanhã, no Olímpico, a vaga está em aberto.
Cotado por suas boas atuações, Deyvid Sacconi surge como uma opção para o técnico Muricy Ramalho. ''Eu não vou me comparar ao Cleiton, acho que cada um tem suas qualidades e somos jogadores diferentes. E também não gosto de opinar sobre as decisões do treinador'', afirma Deyvid.
Além da titularidade, ele espera que o Palmeiras mostre um bom futebol contra o Grêmio. ''Todos estão se doando ao máximo. Às vezes a gente peca, mas nunca faltou vontade'', conclui.


