O mistério sobre o destino do atacante Marcelinho Carioca só deverá ser desvendado amanhã, com a chegada de Eduardo José Farah, presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF), do exterior. Fortes comentários ontem, na sede da entidade, indicavam que a Vale Refeição, patrocinadora do Campeonato Paulista, em parceria com a FPF, foi a empresa responsável pela compra do passe do jogador e seus diretores, juntamente com Farah, definirão a maneira como será escolhido o clube que utilizará Marcelinho. Por enquanto, nem os dirigentes de São Paulo e Santos, apontados como os mais cotados para recebê-lo, sabiam qual será o critério utilizado. Apesar de demonstrarem interesse pelo jogador, Fernando Casal de Rey, presidente do São Paulo, e Clodoaldo Tavares Santana, vice-presidente do Santos, estavam ontem, no mínimo, curiosos com o fato. ‘‘Se for pelo 0900, por exemplo, os clubes podem colocar umas cem pessoas telefonando sem parar’’, brincava Clodoaldo.
Até agora, os dirigentes do Palmeiras podem se vangloriar de ser o único clube a conseguir contratar para 1998. Foi o atacante Paulo Nunes, trocado por Amaral e uma quantia em dinheiro.

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