contratando 13 atletas e dispensando sete, para diminuir os custos com salários. "A renda que vamos ter no segundo semestre é inferior a do primeiro e, portanto, tivemos que cortar R$ 220 mil do orçamento mensal", explicou o vice-presidente de Futebol do clube, Francisco Horta. Como o objetivo era reduzir gastos, saíram os que tinham salários mais altos. Entre eles, Túlio, Nonato, França, Jean Carlo e Marcelinho Paulista, todos com passagens por clubes de expressão. Para substituí-los, foram contratados Marcão, Paulão, Mano, Betinho e até um goleiro argentino, Sandro Airet, da segunda divisão local. O único jogador de expressão que ficou no Fluminense é o centroavante Roni, que está com a seleção brasileira no México. Horta ressaltou, no entanto, que todos os jogadores contratados contaram com a aprovação do técnico Carlos Alberto Parreira. "Eles vieram por indicação do Parreira ou foram observados por pessoas de confiança dele", garantiu. "Além disso, é um grupo jovem e com atletas acostumados a disputar competições como a Série C." Dos 33 nomes que constavam na lista de reforços de Parreira, apenas seis foram contratados. "Procuramos outras opções devido a falta de recursos", admitiu o dirigente. Apesar dos problemas
Horta disse que o clube está se restruturando financeiramente. "Os salários estão em dia e contamos com o patrocínio de R$ 200 mil mensais da Unimed", comentou. Acostumado com as dificuldades desde que assumiu o Fluminense, Parreira prefere preocupar-se com o entrosamento do time. "Vamos usar essa excursão ao exterior para dar conjunto à equipe", disse. O time viaja hoje à noite e vai disputar sete ou oito jogos no México e na Europa. No Brasil, o time já tinha participado de cinco partidas, contra equipes da Série B ou C.Por Rodrigo Mattos Rio de Janeiro, 04 (AE) - O Fluminense dispensou jogadores de peso e trouxe vários desconhecidos para tentar conquistar a Série C do Campeonato Brasileiro e, assim, recuperar-se de três rebaixamentos seguidos. A diretoria tricolor reformulou a equipe

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