Depois do revés, que aumentou para seis jogos o jejum do time, o final de semana deve ser quente. O técnico Roberto Fonseca, por enquanto, está prestigiado. Ele bateu boca pela imprensa com o presidente Peter Silva durante a semana depois que o cartola questionou seu esquema tático. O dirigente também não gostou do anúncio feito pelo coordenador de futebol do clube, Sidiclei Menezes, do novo reforço, o zagueiro Geílson. Ontem, visivelmente irritado, Menezes não quis papo. ''Eu não vou falar nada'', limitou-se a dizer.
Adoentado, segundo sua assessoria de imprensa, Peter não foi a Apucarana. O único a manter a calma era o vice-presidente de futebol Persius Sampaio. ''O time é limitado. Todo mundo sabia disso'', disse.
Todos no clube também estão insatisfeitos com as cobranças sobre o time. A diretoria proibiu jogadores, comissão técnica e diretores de concederem entrevistas à rádio Brasil Sul. ''Há uma cobrança em demasia e pouca compreensão. Os jogadores são jovens e sentem. Estamos pagando pela imaturidade. Nós não enganamos ninguém. É uma equipe nova, talvez a mais humilde do campeonato'', apontou Fonseca.
Tumulto - A principal torcida organizada do time, Falange Azul, mais uma vez arrumou confusão. Depois de integrantes da torcida roubarem uma bandeira do adversário, houve um princípio de confusão. Algumas pessoas foram presas e membros da Falange ameaçaram a reportagem da Folha e de outras duas equipes de jornalismo de Londrina. (T.M.)

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