Deputados divergem sobre participação da Copel
Curitiba - Apesar de ser torcedor do Coritiba, o deputado estadual Stephanes Júnior (PMDB), defendeu, como primeira opção a escolha do estádio rubro-negro no Mundial, desde que as obras não sejam custeadas com recurso público. Caso contrário, para ele, o melhor seria fazer o Mundial em um novo estádio, a ser construído onde hoje existe o Pinheirão. Esta ideia, segundo ele, já está sendo discutida pela Federação Paranaense de Futebol (FPF), diretorias do Coritiba e do Pinheirão e uma construtora nacional, que ele acredita ser a OAS. A construtora arcaria com os custos e em troca, quando o estádio estiver pronto, receberia parte do atual patrimônio dos times.
O deputado Marcelo Rangel (PPS) também é contra a aplicação de recursos públicos. O ideal, segundo ele, seria a criação de um consórcio envolvendo empresas que patrocinam marketing esportivo, que arcariam com o custo das obras. Em contrapartida, o governo garantiria isenção fiscal para estas empresas. O deputado Antonio Anibelli (PMDB) foi categoricamente contra a participação da Copel, e também defendeu a construção de um novo estádio no Pinheirão. Ele só não soube precisar de onde viriam os recursos. (M.G.)





