Sepang - Segunda etapa do Mundial de F-1, equipes cheias de idéias para aplicar e remendos para fazer após a abertura do campeonato e quase nenhum tempo para isso. Do desligar dos motores no Bahrein ao acionamento na Malásia, uma viagem de 6.043 km e apenas cinco dias de intervalo.
Os 22 pilotos da categoria duelam pela pole position no circuito de Sepang numa situação nunca experimentada pelos seus antecessores. Em 57 temporadas, nunca houvera a pressão para disputar o primeiro e o segundo GPs do calendário em domingos seguidos.
O cenário mais próximo ao atual aconteceu há 45 anos. Em 1961, o Mundial começou em Mônaco, num domingo, e fez a segunda prova na Holanda, oito dias depois.
Houve, ainda, uma aberração em 1951: abertura na Suíça e segunda etapa nos EUA, dois dias depois. Naquele tempo, porém, a inclusão das 500 Milhas de Indianápolis no calendário era pro forma. Nenhuma escuderia ou piloto da Europa se preocupou em cruzar o Atlântico para correr. ''Não dá tempo de fazer muito para evoluir o carro. O que podemos é trabalhar nos problemas sofridos na corrida anterior'', disse Rubens Barrichello.
O treino oficial para o GP da Malásia será realizado na madrugada de sábado, às 3 horas, com transmissão da Rede Globo. A corrida será na madrugada de domingo, às 4 horas.

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