São Paulo - A defesa de José Maria Marin apresenta hoje à Justiça da Suíça os argumentos contra a extradição do ex-presidente da CBF para os Estados Unidos. Os advogados vão se basear principalmente em dois pontos: as provas contra o dirigente são frágeis porque existe apenas uma gravação em que seu nome é citado; ele não é acusado de crime algum na Suíça, portanto não é justo estar preso no país. Marin está detido desde 27 de maio, acusado de ter recebido propina em contratos envolvendo a negociação dos direitos de transmissão de edições da Copa América e da Copa do Brasil. Os Estados Unidos pedem a sua extradição para processá-lo.

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