Mesmo trabalhando com crianças - suas atletas têm menos de 12 anos -, a ''nova'' técnica Dayane Camillo afirma que ainda não perdeu o rigor e a cobrança dos tempos de atleta olímpica. Após quase três anos com as garotas que pegou na idade pré-infantil (9 anos), Dayane até hoje não consegue vê-las como crianças. ''Cobro delas nos treinamentos porque para mim não são crianças. São atletas e têm que treinar que nem gente grande, principalmente nestes momentos às vésperas de competição'', afirmou.
Dayane explica que como são novas, as meninas têm dificuldade de concentração e precisam ser lembradas a todo momento do objetivo que é a competição. ''Hoje tem que ser melhor que ontem, e amanhã melhor que hoje'', frisa.
Porém, ela parabeniza a evolução das suas meninas que hoje fazem um movimento que só a seleção brasileira de conjunto fazia: o salto sobre outra ginasta. ''Nós que criamos esse movimento e só o Brasil tem ele. Ensinei as meninas e me sinto realizada por vê-las aprenderem'', diz Dayane. (J.K.)

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