O piloto escocês David Coulthard criticou a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) após o GP da Alemanha, no último domingo, no circuito de Hockenheim. Para o piloto da McLaren, ao optar pela relargada, a FIA favoreceu a Ferrari, já que Michael Schumacher, atingido no acidente que interrompeu a corrida, teve a oportunidade de voltar para o grid com o carro reserva, 30 minutos mais tarde.
‘‘Não entendi a decisão da direção de prova. Normalmente, a bandeira vermelha só é necessária quando alguém se machuca, o que não aconteceu’’, disse Coulthard, em entrevista à BBC, de Londres.
Assim como o tricampeão mundial, o escocês não completou o GP. Assim a diferença entre os dois – com vantagem para o alemão, líder do campeonato – continua sendo de 37 pontos, a cinco etapas do fim da temporada.
‘‘Ainda não revi o acidente, mas pelas informações que tenho, considero a atitude da FIA precipitada’’, continuou o piloto da McLaren.
O escocês não foi o único a questionar a Federação Internacional de Automobilismo. Para o canadense Jacques Villeneuve, terceiro colocado na prova de domingo, também não haveria motivo para a relargada.

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