Dagoberto faz exames no São Paulo
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segunda-feira, 09 de abril de 2007
Gazeta Press 
São Paulo - O atacante Dagoberto fez, ontem, exames médicos no Hospital do Coração, em São Paulo, e só aguarda a liberação da Justiça Trabalhista do Paraná para assinar contrato com o São Paulo. Durante o feriado da Páscoa, o jogador depositou, em juízo, os R$ 5,4 milhões que acabará com seu vínculo com o Atlético-PR. O dinheiro caiu ontem e só os trâmites burocráticos o separam do Morumbi.
A diretoria do Tricolor evita o assunto e diz que, se o jogador fez exames, não foi a mando do São Paulo. De qualquer forma, após a liberação da Justiça Trabalhista, o atacante será anunciado oficialmente. No Paraná, o chamado ''Dossiê Dagoberto'' segue sendo prometido por pessoas ligadas ao Atlético-PR, reunindo evidências de um suposto assédio do São Paulo.
No Campeonato Brasileiro, Dagoberto será o quinto atacante do elenco principal. Atualmente, Muricy conta com Aloísio, Leandro, Marcel e Borges.
Semifinais - A primeira fase do Campeonato Paulista ainda não acabou, mas o São Paulo já começa a pensar em seu adversário da semifinal da competição. Com a confirmação de que terá o São Caetano pela frente na etapa decisiva do Estadual, o meia Jorge Wagner prevê jogo complicado para o Tricolor. ''Primeiro foi importante termos conseguido fazer nossa parte e nos classificar. E sabemos a força e a qualidade do São Caetano, que tem jogadores rápidos na frente'', analisou.
Quem também conhece bem o adversário é o técnico Muricy Ramalho, que se sagrou campeão paulista pelo clube do ABC em 2004, tendo eliminado justamente o São Paulo nas quartas-de-final. ''Eu tive a felicidade de enfrentar o São Paulo, mas naquela vez era apenas uma partida. Encaixamos um bom jogo e tivemos também um pouco de sorte. Mas agora estou aqui e quero fazer o melhor pelo São Paulo'', comentou.
No São Caetano, a diretoria não cogita a possibilidade de disputar os dois jogos da semifinal no Morumbi. ''A Federação é que decide o mando, mas ela tem que ser coerente. Se o São Caetano não puder jogar em seu campo, o São Paulo também não vai poder. Isso não teria cabimento'', afirmou o presidente do clube, Nairo Ferreira.


