Barcelona - Cristiano da Matta e Antônio Pizzonia começam hoje, de forma efetiva, suas trajetórias na Fórmula 1. Eles participam dos testes com suas equipes, Toyota e Jaguar, respectivamente, na reabertura das atividades de pista da categoria. A temporada 2002 terminou em 13 de outubro e, desde então, os treinos estavam proibidos.
Os dois brasileiros irão treinar esta semana em Barcelona. Pizzonia anda até quinta-feira com o carro deste ano da Jaguar, desenvolvendo o novo motor Cosworth, de 10 cilindros e com ângulo em 90 graus, que a equipe utilizará em 2003. ''A ansiedade é grande. Para mim, é o início de uma etapa com a qual sempre sonhei e para a qual venho me preparando há anos'', disse o amazonense.
O companheiro de Pizzonia, o australiano Mark Webber, também participará dos testes em Barcelona. O carro da Jaguar para 2003, o R4, será lançado em 13 de janeiro. A Toyota também utilizará em Barcelona um carro híbrido, o modelo deste ano com motor e chassis de 2003. O novo modelo será lançado em 8 de janeiro, em Paul Ricard, França. O companheiro de Cristiano, o francês Olivier Panis, deverá participar dos testes no Circuito da Catalunha, que também terá a presença da Ferrari e da BAR. Em Valência treinarão a partir de hoje a McLaren, Sauber, Renault, Williams e Minardi.
Indy/Cart A categoria perdeu ontem mais uma prova: os proprietários do autódromo de Rockingham, Inglaterra, anunciaram que não irão realizar a corrida que estava marcada para 4 de maio de 2003, por causa de ''problemas financeiros''. Rockingham, porém, poderá voltar ao calendário em 2004.
Mesmo assim, a Cart continua apostando alto nas provas na Europa. No próximo ano, pode ter três provas no continente. Uma delas seria em Brands Hatch, Inglaterra (que, assim, substituiria Rochingham). Também há possibilidade de serem realizado as etapas em Spa, na Bélgica retirada do calendário da F-1 recentemente e no Estoril, em Portugal.
Por outro lado, o piloto norte-americano Eddie Cheever está pensando em se aposentar. Aos 44 anos, Cheever correu na F-1 de 1978 a 1989 e disputou 132 GPs. O piloto agora é dono de uma equipe que leva seu nome na IRL (Indy Racing League) e afirmou que pensa em pendurar o capacete após as 500 Milhas de Indianápolis do ano que vem. Cheever venceu a edição de 1998 da prova.

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