Em apenas quatro anos o Atlético se transformou da água para o vinho. Quando o ano de 95 começou o rubro-negro tinha o Pavoc, em São José dos Pinhais, um local que vivia submerso pelas águas do Iguaçu quando chovia, e com o antiquado estádio Joaquim Américo. Com Mário Celso Petraglia na presidência, trocou-se o Pavoc pelo Centro de Treinamento Alfredo Gottardi, o CT do Caju, no Umbará, e a história passou a ser escrita em letras maiúsculas.
O complexo esportivo do CT tem cinco campos, com dimensões oficiais e um deles conta ainda com uma arquibancada para receber até 1.650 espectadores sentados. Tem também piscina, alojamentos, sala de fisioterapia, vestiários, lago e muitas árvores. Um verdadeiro paraíso.
Petraglia pretende ainda construir mais 4 campos, aumentar o número de quartos, modernizar a sala de fisiologia, contruir um ginásio coberto e um campo de grama sintética. Os recursos para terminar o CT ainda não foram levantados, mas serão obtidos através da vendas dos valores formados no clube, garante o presidente atleticano.
A ambição dos dirigentes rubro-negros é de trazer atletas do mundo inteiro para estagiar no centro de treinamento mais moderno da América Latina. No ano passado a seleção chinesa sub-20 passou uma temporada no CT.
Todas as categorias inferiores no Atlético têm seu local de treinamento no CT. Hoje, há um estádio especialmente construído no local, utilizado pelos juvenis e juniores. Num passado não muito distantes, os jogadores dessas categorias eram relegados a campos esburacados. No CT, o tapete de grama proporciona ao atleta desenvolver-se plenamente.

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