Imagem ilustrativa da imagem CRUZEIRO - Bicampeão brasileiro com a camisa limpa?



A diretoria do Cruzeiro se reuniu com a cúpula da Caixa Econômica Federal, em Brasília, na semana passada, para tentar alinhavar um acordo de patrocínio master com o banco. As conversas, no entanto, não sacramentaram a parceria, uma vez que existe a possibilidade de o banco público diminuir os investimentos em clubes de futebol no próximo ano, e o atual bicampeão brasileiro não descarta iniciar 2015 sem o principal patrocinador - o vínculo com o banco BMG não foi renovado após quatro anos.
- Ainda não temos uma definição. O trabalho está sendo feito pelo departamento de marketing. Temos várias propostas, mas estamos estudando para ver qual é a melhor.
O ano de 2015 está afastando muita gente do futebol, tanto empresário quanto instituições estão com receio, com um pé atrás. Talvez seja preciso a gente esperar um pouco mais - destacou Gilvan de Pinho Tavares, presidente do Cruzeiro.
Embora a diretoria cruzeirense não se pronuncie, a indefinição na presidência da Caixa ameaça um provável acordo. Há o interesse mútuo de parceria, mas a nomeação de Joaquim Levy como ministro da Fazenda faz com que o futuro da instituição financeira nas agremiações esportivas corra riscos.
A ideia do baiano Jorge Fontes Hereda, atual presidente da Caixa, é firmar um acordo com o Cruzeiro e a sua permanência à frente da instituição financeira é crucial para essas tratativas. O Cruzeiro recebia, assim como o rival Atlético, que também não teve o patrocínio renovado, cerca de R$ 15 milhões/ano.

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