Croácia esconde o jogo
São Paulo - O técnico Niko Kovac manteve a rotina de treinos fechados desde que chegou ao Brasil na semana passada e só liberou a entrada da imprensa nos primeiros 15 minutos da atividade da seleção croata para reconhecimento do gramado do Itaquerão, realizada nesta quarta.
Kovac só liberou a atividade para os jornalistas nos primeiros minutos, nos quais a seleção croata apenas fez trabalho de aquecimento e alongamento. Pontualmente às 18h30, 22 jogadores do grupo participaram da atividade, incluindo o atacante Mario Mandzukic, fora da partida contra os brasileiros por suspensão.
O zagueiro Shildendeld, que é dúvida para o jogo desta quinta, também participou das primeiras atividades no gramado. Ele ficou de fora dos últimos treinos, por conta de dores, e só deverá ser confirmado no time de última hora. O atacante Olic reclamou de um incômodo no tornozelo na última segunda, mas esteve em campo.
Até o lateral-esquerdo Pranjic treinou com o grupo, mesmo depois de ser vetado para o jogo de estreia, em razão de uma entorse no pé esquerdo. Único lateral-esquerdo de ofício na lista croata, ele será substituído por Sime Vrsaljko, lateral-direito que será improvisado no outro lado do campo.
Eduardo da Silva e Sammir, brasileiros naturalizados croatas, também estiveram presentes no gramado do Itaquerão. Eduardo da Silva é quem tem mais chance de ser titular nesta quinta. Mas a tendência é que Jelavic comece jogando na posição de Mandzukic.
A única baixa no trabalho de reconhecimento foi o meia Ivan Mocinic, cortado do grupo por lesão no tornozelo, na noite de terça. Seu substituto, Milan Badelj, só desembarcará em solo brasileiro no fim de semana.
A atividade desta quinta teve duração padrão de 45 minutos, embora só os 15 primeiros tenham sido abertos à imprensa. O técnico croata mantém, assim, a rotina de trabalhos fechados, aumentando o suspense sobre a postura da Croácia no aguardado jogo de abertura da Copa.
Desde que chegou ao Brasil, Kovac só abriu um treino, para a torcida inclusive, como exige a Fifa. Os demais trabalhos foram feitos a portas fechadas. Além disso, os atletas, concentrados em um hotel na Praia do Forte, próximo à Salvador, têm tido pouco contato com torcedores. (A.E.)





