São Paulo - Em razão do ‘‘racha’’ no grupo de Marco Aurélio Motta, a seleção brasileira feminina de vôlei pode desperdiçar uma das melhores oportunidades que já teve para conquistar um título inédito: o do Mundial da Alemanha, a partir de 30 de agosto. Na opinião de treinadores, o Brasil, prata em 1994, seria um dos favoritos ao pódio, pois, atualmente, os rivais mais fortes resumem-se a Rússia e China. As atacantes Érika, Raquel e Walewska e a levantadora Fofão – mais da metade do time titular – pediram dispensa por causa do desgaste no relacionamento com a comissão técnica. Virna alegou problemas particulares para não defender a seleção na temporada.
O futuro da seleção é incerto. Marco Aurélio – garantido no cargo pelo presidente da Confederação Brasileira de Vôlei, Ary Graça – aguarda o pedido oficial de dispensa das ‘‘rebeladas’’, para convocar as substitutas.
Érika afirmou que não defenderá a seleção enquanto Marco Aurélio for o técnico. Não quis, porém, explicar o motivo. ‘‘A verdade virá à tona.’’ Oficialmente, diz que ‘‘não estava dando certo’’.

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