Crise entre Williams e BMW tem novo round
Montreal - O GP do Canadá deve ser palco de mais um round da crise entre a BMW e a Williams. Patrick Head, sócio da equipe inglesa, chamou a montadora de ''desonesta'' por estar negociando com a Sauber.
Preocupado com o risco de ficar sem um parceiro forte para a próxima temporada da Fórmula 1, o principal acionista da equipe, Frank Williams já começa a mexer os pauzinhos. Diante do inevitável rompimento da parceira com a alemã BMW, a equipe britânica já pensa em opções de fornecedores do motores no Mundial 2006.
De acordo com a imprensa especializada, a primeira opção da Williams é a francesa Renault. A parceria, aliás, já aconteceu entre o final da década de 1980 e o início da década seguinte e rendeu grandes frutos para as duas empresas. Frank Williams, inclusive, já teria procurado os dirigentes franceses.
Além da Renault, a Williams ainda tem como opção de propulsores os equipamentos da Honda, Toyota e da Cosworth. Mas, evidentemente, o motor da França encabeça a lista. O negócio é milionário: cerca de 50 milhões de Euros por ano. Algo próximo dos R$ 150 milhões.
A parceria Williams/Renault assombrou a F-1 em nove temporadas (de 1987 a 1997). Nesse período, foram conquistados cinco títulos de construtores e quatro campeonatos de pilotos um deles com o brasileiro Nelson Piquet. Além disso, foram conquistadas 68 pole positions e 63 vitórias. (Das Agências)





