Crise do real tira estrelas do GP de atletismo
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quinta-feira, 15 de abril de 1999
Agência Estado 
O Grande Prêmio do Brasil não terá a presença de grandes nomes do atletismo mundial. Com o orçamento reduzido em R$ 250 mil por causa da desvalorização do real frente ao dólar, o GP deste ano não terá estrelas na 15ª edição do torneio, confirmada para o dia 25, no Estádio Célio de Barros, no Rio. A prova do Brasil, que abre o circuito internacional de GPs da Federação Internacional de Atletismo (IAAF), já recebeu atletas como Michael Johson, bicampeão olímpico dos 200 e 400 metros e Sergei Bubka, recordista mundial do salto com vara.
Desta vez não vamos contar com nenhuma grande estrela, confirmou Victor Malzoni Jr., diretor-geral do GP. Infelizmente, não podemos trazer atletas como os velocistas Michael Johnson ou Marion Jones. Além de Johnson, referia-se a norte-americana que foi eleita duas vezes seguidas a melhor corredora do mundo.
O mais importante, em tempos de crise econômica, é manter o padrão exigido pela Iaaf, segundo Malzoni - pelo menos quatro atletas ranqueados entre os 50 melhores do mundo em dez provas.


