O presidente da CPI do Futebol, Senador Álvaro Dias (PSDB-PR), disse ontem que não vê a menor possibilidade do depoimento do ex-técnico da seleção, Wanderley Luxemburgo, vir a ser sigiloso, no dia 12 de dezembro. ‘‘A menos que ele solicite’’, afirmou. ‘‘Mas se o técnico oferecer alguma denúncia sigilosa, a CPI poderá atendê-lo’’.
Dias afirmou que no início do depoimento de Luxemburgo, os senadores vão confrontar as declarações prestadas pelo técnico com as informações dadas pela ex-secretária, Renata Alves e os documentos que chegaram à Comissão com a quebra do sigilo do treinador. ‘‘A CPI armazenou grande quantidade de informações principalmente, bancárias e imobiliárias com os registros de cartórios de imóveis.
Em função das denúncias que chegaram à CPI, Dias disse que ‘‘o depoimento de Luxemburgo pode vir a ser dos mais reveladores’’.

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