Curitiba - A novela que envolve a contratação do novo técnico do Coritiba parece longe do final. Apesar de ainda haver um impasse entre clube e Dorival Júnior, que pediu um salário muito alto para os padrões do Coxa, o treinador voltou a figurar em primeiro lugar na preferência da diretoria. Mas para que o negócio se concretize, terá que reduzir sua pedida, que está na casa dos R$ 150 mil mensais, e abrir mão de trazer seus auxiliares.
As conversas devem continuar ao longo de todo o dia, e outros nomes seguem como opção caso a contratação de Júnior não se concretize. O mais cotado ainda é Giba, que afirmou à Rádio Transamérica que tem interesse em dirigir o Coritiba, que é um ''clube com uma boa estrutura e que vai disputar competições de alto nível''.
Giba admitiu também ter acertado sua vinda na semana passada, em conversa com João Carlos Vialle - negociação que voltou à estaca zero após a derrota do então coordenador de futebol nas eleições para a presidência. Correndo por fora estão Roberto Fernandes, que teria que rescindir contrato com o Náutico, e mesmo Zetti, inicialmente descartado pela nova diretoria.
Atlético
Além de aguardar a representação de Rodrigão, que volta de empréstimo do Palmeiras, o técnico Ney Franco pode ganhar um novo reforço para o ataque, já que Amoroso negocia sua vinda ao Furacão. O principal empecilho é o salário do atleta, que foi recusado no Guarani após pedir R$ 100 mil mensais, valor acima do teto estabelecido pelo Rubro-Negro.

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