Curitiba - A torcida do Coritiba, que saiu decepcionada do Couto Pereira na quarta-feira à noite, quando o time perdeu para o Figueirense por 2 a 1, vai fazer valer o ditado que diz que ''a esperança é a última que morre''. O time agora, além de ter que vencer o já rebaixado Gama, na última rodada, terá ainda que torcer para outros resultados que o permitam ficar entre os oito primeiros e disputar as quartas-de-final.
Para a partida de domingo, em Brasília, o técnico Paulo Bonamigo espera pela volta de Pícoli, que torceu o joelho e está em tratamento médico. Tcheco, que tem sido o principal jogador do time, contundiu-se no treino de ontem e é dúvida. Adriano cumpriu suspensão automática e deve voltar à equipe. Lima, expulso, será o desfalque.
Enquanto Bonamigo tenta ajeitar as coisas dentro de campo, a diretoria se prepara para fazer do Coritiba o primeiro clube brasileiro a lançar ações na bolsa de valores. O Coritiba Futebol S/A, formado por diretores e conselheiros do Coxa e que estuda a transformação do clube em empresa, contratou a Capital Markets Consultoria e Negócios para fazer a coordenação do processo de lançamento de ações do novo Coxa.
A expectativa é que no mês de março de 2003 as ações já possam ser adquiridas pelos torcedores e investidores do Coritiba. Para o presidente Giovani Gionédis, esse é um passo importante na reestruturação financeira do Coritiba. ''Só assim poderemos dar novos rumos a esse que é o maior clube de futebol do Paraná e um dos maiores do Brasil'', afirmou.

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