Coritiba e Paraná têm rodada decisiva
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quarta-feira, 12 de setembro de 2007
Luciano Balarotti<br>Equipe da Folha 
Curitiba - Com a equipe quase definida para o duelo com o Brasiliense, o Coritiba faz hoje o último treino antes da viagem ao Centro-Oeste, de onde espera trazer ao menos um ponto para garantir a liderança do da Série B. A ponta pode ser mantida mesmo em caso de derrota por um gol, graças à vitória do Ipatinga, fora de casa, sobre o Cricíuma.
Mas como o resultado negativo deixaria os paranaenses empatados em pontos com o rival de sábado e com a equipe mineira, a intenção é conquistar ao menos um empate. Sabendo das dificuldades de jogar na Boca do Jacaré, onde o Brasiliense segue invicto - soma sete vitórias e cinco empates -, René Simões deve voltar ao esquema 3-6-1, já tradicional nos jogos fora de casa. Com isso, são grandes as chances de Keirrison voltar à reserva, com Hugo jogando isolado no ataque. E como Anderson Lima volta a jogar como líbero, a vaga aberta na direita deve ser ocupada por Ivo.
A presença de Ricardinho no meio-campo é praticamente certa, já que no coletivo de ontem o atleta mais uma vez começou entre os titulares. ''Ele dá o tempo da bola, tem experiência e chega em um momento bom. Vamos conversar ainda'', explica o treinador, que não adianta a escalação.
Arlon e Túlio, também testados no time de cima, devem ficar no banco. Quem retornou aos treinos com bola foi Edmílson, que surpreendeu os médicos por sua rápida recuperação e deve ter condições de jogo no início de outubro.
Paraná Clube - Também às vésperas de confronto decisivo, fora-de-casa, contra adversário direto, Lori Sandri ainda não sabe com quais jogadores poderá contar para escalar o Paraná. Flávio e Nem estão praticamente descartados para enfrentar o Sport, enquanto Neguette e Beto, que reclama de dores musculares, também podem desfalcar a equipe.
Derrotado nas últimas cinco partidas como visitante, o Tricolor precisa pontuar fora de casa para se livrar do rebaixamento. Se mantiver o rendimento atual, com aproveitamento de 45,24% como mandante e de 36,36% longe de casa, atinge apenas 46 pontos, três a menos do que o necessário para se livrar do descenso.


