1. Esperava esse rendimento no primeiro clássico depois da volta ao Corinthians?
No começo é sempre difícil, mas a gente está trabalhando duro para readquirir ritmo rapidamente. E é um jogo que, com certeza, vai dar muita confiança para a gente no restante da temporada.

2. Como está vendo essa evolução, sua e da equipe, depois de sua entrada?
Estou muito feliz porque eu sabia que ia crescer no momento certo. Estou crescendo ainda, estou me soltando, e muito à vontade. Passaram a mão na minha cabeça aqui na volta, me deram muito apoio e eu agradeço por isso também. Vencer um clássico é muito importante. Ainda mais eu, como um corintiano... (com olhos marejados).

3. Você parece muito emocionado realmente?
É, porque passa um filme na cabeça, ficar seis meses sem jogar, eu vendo todo mundo em campo, e o pessoal tentando me levar para eu não desanimar. Gratificante ter um jogo como este de hoje contra o Palmeiras.

4. Guerrero e Petros estão em débito com você pelos passes...

Eles me devem metade do bicho deles pelas assistências (risos). Metade já está de bom tamanho.

5. Qual tem sido a orientação do Mano para você em campo?

Ele me deixa muito à vontade para chegar de surpresa, mas tenho de cumprir meu objetivo primeiro que é ser volante, marcar e sair com a bola. Hoje, tudo funcionou bem.

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