Corinthians tem dia conturbado
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quarta-feira, 13 de junho de 2007
Agência Estado 
São Paulo - Ganhar jogos, atuar bem e dividir a liderança do Brasileirão com Botafogo e Vasco: a boa fase do Corinthians ficou em segundo plano ontem, que virou mais um dia para apagar incêndios - a ponto de o capitão Betão ter de explicar um abraço no preparador físico Ricardo Rosa e o presidente em exercício, Nesi Curi, confirmar a venda do lateral-direito Eduardo Ratinho, pouco aproveitado pelo técnico Paulo César Carpegiani, para um grupo de empresários.
''Respeito o fato de alguns veículos estarem noticiando a venda de alguns garotos, como o Willian e o Lulinha. Mas não tem nada disso, apenas o Eduardo Ratinho, liberado pelo Carpegiani, é que foi negociado com um grupo de ingleses'', mandou Curi, contrariando informações vindas de dentro do clube. ''Eu sou o presidente em exercício e garanto. Vão acreditar no que ouvem ou em mim?'', reclamou, como se fosse o dono da verdade.
Curi ironizou uma possível negociação com Marcelinho Carioca. ''O Corinthians está aberto para todos os seus ex-atletas, mas o Marcelinho nunca esteve nos planos.''
Betão tentou pôr panos quentes sobre uma polêmica com Carpegiani. ''Apenas abracei o Ricardo após o jogo (diante do América-RN) porque, numa conversa antes da partida, ele falou que ganharíamos por 2 a 1 e de virada'', justificou.
Carpegiani havia criticado a preparação física do Corinthians após o empate por 1 a 1 com o Santos. A demissão de Rosa chegou a ser estudada, mas depois o técnico recuou.


