Após a boa estréia no Campeonato Paulista, vencendo a Matonense por 4 a 2, em Matão, no sábado, o Corinthians começa a pensar no próximo desafio: o Cerro Porte¤o (Paraguai), quarta-feira, pela Taça Libertadores da América, em casa. O técnico Evaristo de Macedo só tem uma preocupação: quem substituirá o suspenso Marcelinho Carioca, expulso na derrota para o Palmeiras, na estréia das duas equipes na competição.
‘‘Tenho diversas opções’’, resumiu o treinador, sem mencionar nomes. Qualquer que seja o titular, o esquema tático deverá ter uma leve alteração, pois as opções são volantes tipicamente marcadores ou atacantes natos.
Macedo gostou do desempenho do Corinthians contra a Matonense, mas espera que a ‘‘personalidade vencedora’’ seja assimilada rapidamente pelos jogadores. ‘‘Precisamos adquirir esse espírito o mais rápido possível e entrar em campo sempre para vencer, sem medo do torcedor ou da imprensa. É preciso jogar leve e solto em campo’’, diz o treinador, demonstrando confiança em seu início de trabalho no Parque São Jorge.
Sobre o adversário paraguaio, declarou: ‘‘Nós precisamos ganhar e eles não podem perder, o que dá no mesmo. Vou analisar os vídeos dos jogos do adversário com calma e ver o que faremos.’’
São Paulo - Se depender de boa parte da torcida do São Paulo, o atacante Dodô terá uma semana conturbada de treinamentos. Alguns fãs tricolores sentiram-se ofendidos com a comemoração do jogador no gol do empate de sábado contra o Guarani (2 a 2). Dodô ‘‘deu uma banana’’ para o público, que pedia a sua saída do clube, provocando a ira dos críticos de seu futebol.
Na saída do Morumbi, o atacante precisou da ajuda de seguranças para não ser agredido por um grupo de torcedores que o aguardava no portão principal do estádio. Apesar das ameaças, Dodô afirmou que não se arrependeu do que fez. ‘‘Eles são uns palhaços’’, definiu. O atleta, contudo, ressaltou que seus gestos não foram dirigidos para a Independente, facção tricolor que, segundo ele, sempre o apoiou.

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