São Paulo - Que tarefa inglória a do Corinthians neste sábado. Os jogadores e integrantes da comissão técnica sabem que precisam vencer o jogo por três razões óbvias. A primeira é se manter no pelotão de frente do Brasileiro (está em oitavo, 13 pontos). A segunda, afastar um pouco mais o fantasma da eliminação da Libertadores. E a terceira – e principal – é ficar de bem com a torcida.
  Nessa última encontra-se o dilema: o adversário é o Juventude, time gaúcho, que está mal na classificação (18º) e joga fora de casa. Em outras palavras, um convite à retranca. E agora? Os torcedores querem goleada, o time deseja vencer bem para agradá-los, mas o adversário vem mais fechado, mais espremido do que sardinha em lata. ‘‘Então vamos ter de providenciar um abridor’’, brincou o atacante Liedson.
  E para conseguir os pontos que o clube tanto cobiça, Geninho resolveu adotar o esquema ‘‘arroz com feijão’’. Abandonou o sistema com três atacantes e adotou o tradicional 4-4-2.

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