São Paulo - O presidente Alberto Dualib assinou o novo contrato de Nilmar com o Corinthians na noite de terça-feira e resolveu a última pendência para a compra dos direitos federativos do atacante. Segundo Kia Joorabchian, todos os acertos foram feitos com o Lyon, da França inclusive o pagamento dos dez milhões de euros.
Já o zagueiro Gustavo não vem mais. ''Não houve acerto e encerramos as negociações'', diz Paulo Angioni, diretor da MSI. O time alvinegro oferecia Marinho e Marquinhos como parte de pagamento, mas o time do ABC queria só dinheiro.
Palmeiras A diretoria do Palmeiras pensa em reforços. A bola da vez é o zagueiro Dininho, ex-São Caetano e, hoje, no Sanfrecce, do Japão. Bruno Paiva, seu empresário, garantiu que foi procurado pelo diretor de futebol Salvador Hugo Palaia. ''O Dininho está superbem no Japão e só voltaria diante de uma proposta financeiramente boa'', disse.
Em Portugal, a imprensa local já dá como certa a transferência do meia Marcelo Costa, que pertence ao Nacional, da Ilha da Madeira, e que estava no Grêmio até o fim do mês passado.
Tricolor A diretoria do São Paulo acertou o empréstimo de quatro atletas até o fim do ano: o meia Rafinha permanecerá no Grêmio; o lateral-esquerdo Fábio Santos foi cedido ao Kashima Antlers, do Japão, mediante pagamento de US$ 300 mil (R$ 680 mil); o zagueiro Flávio Donizete defenderá a Portuguesa e o volante Alê irá para o Botafogo.
Luxemburgo O técnico do Santos, Vanderley Luxemburgo, foi condenado a pagar um total de R$ 450 mil de indenização aos ex-árbitros Cláudio Vinícius Cerdeira e Léo Feldman, além do advogado do Sindicato dos Árbitros de Futebol do Rio de Janeiro, José Alberto Alves Diniz. Os três decidiram processar o treinador após ele os ter ofendido em um programa de TV, no ano de 2003. A decisão é em primeira instância e passível de recurso.
O processo teve origem após Luxemburgo participar do programa ''Terceiro Tempo'', da Rede Record, no dia 6 de abril de 2003. Na ocasião, o treinador declarou que ''havia um grupo de juízes no Rio de Janeiro que, comandados por um advogado, comandavam uma máfia que entrava com ações para tomar dinheiro dele''.

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