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Esporte

m de leitura Atualizado em 14/07/2022, 14:52

Corinthians diz que cobrará punição ao Santos após violência na Vila

O comunicado foi publicado horas após o goleiro Cássio ser agredido com uma voadora por um torcedor santista

PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 14 de julho de 2022

Folhapress
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 O Corinthians promete cobrar punições ao Santos pelas cenas de violência que marcaram o clássico das oitavas de final da Copa do Brasil. O comunicado foi publicado no início da madrugada desta quinta-feira (14), horas após o goleiro Cássio ser agredido com uma voadora por um homem que havia invadido o gramado.

Imagem ilustrativa da imagem Corinthians diz que cobrará punição ao Santos após violência na Vila Imagem ilustrativa da imagem Corinthians diz que cobrará punição ao Santos após violência na Vila
|  Foto: Fernanda Luz/Agif/Folhapress
 

"O Corinthians lamenta e considera inaceitável a violência sofrida por nossos atletas e comissão técnica na Vila Belmiro após o fim da partida", começa a nota oficial, que tranquiliza os torcedores. "Passado o susto, todos os nossos profissionais estão em segurança. Cobraremos as medidas e punições cabíveis para que cenas como estas não se repitam", diz o texto.

Pouco antes, na Vila Belmiro, torcedores jogaram bombas e sinalizadores no gramado ainda durante os acréscimos do clássico. O Corinthians garantiu vaga nas quartas de final mesmo com derrota por 1 a 0. No apito final, torcedores invadiram o gramado. Um deles correu na direção de Cássio e pulou para dar um chute no goleiro, que só não pegou em cheio porque o atacante Marcos Leonardo atrapalhou a ação do agressor.

Veja a nota na íntegra:

"O Corinthians lamenta e considera inaceitável a violência sofrida por nossos atletas e comissão técnica nesta quarta-feira (13), na Vila Belmiro, após o fim da partida de volta das oitavas de final da Copa do Brasil 2022.

Bombas, invasão de campo e agressão aos nossos jogadores tornaram perigosa a saída de campo, que foi dominada por um clima extremamente hostil.

Passado o susto, todos nossos profissionais estão em segurança. Cobraremos as medidas e punições cabíveis para que cenas como estas não se repitam."