São Paulo - O zagueiro Leandro Castán já saiu, vendido para a Roma, e o atacante William está liberado para negociar com o Metalist, da Ucrânia. Do mais, a missão dos dirigentes do Corinthians, agora, é tentar segurar todos os outros titulares, valorizados pela conquista inédita da Libertadores e bastante assediados por outros clubes, como é o caso do volante Paulinho - está tentado com as cifras da Inter de Milão -, ao menos até a disputa do Mundial, em dezembro, no Japão.
A confiança em manter Paulinho deve-se ao que ele disse logo depois da conquista da Libertadores, já na madrugada de quinta-feira. O volante garantiu à torcida e depois aos diretores que fica no Corinthians até o fim do ano. ''E ele sempre cumpriu sua palavra. O que falou, fez exatamente igual'', disse Duílio Monteiro Alves, diretor adjunto de futebol do clube.
O diretor de futebol do clube, Roberto de Andrade, vai além e afirma que não há proposta pelo volante nem com os parceiros (45% dos direitos de Paulinho são do BMG e outros 45% do Pão de Açúcar). ''De concreto só com o Castán e o Willian'', explicou o dirigente.
O problema é que Piero Ausilio, diretor esportivo da Inter de Milão, desembarcou nesta sexta-feira em São Paulo com a missão de tentar contratar Paulinho e o meia-atacante são-paulino Lucas.

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