Perto de 400 competidores de 28 equipes encerraram ontem a disputa da 1 Copa Paraná de Handebol, disputada desde quarta-feira nos ginásio Moringão e do Centro Universitário Filadélfia (Unifil), em Londrina. A competição reuniu atletas de Londrina, Curitiba e Maringá, entre outras cidades. O evento teve como meta incentivar a prática do esporte e mostrar a força da modalidade no Estado.
Um dos destaques da competição foi a participação da Seleção Brasileira Olímpica, que enfrentou as equipes Unifil/FEL/Sercomtel e Maringá/AMH/Unimed. Foram três vitórias e uma derrota do time que vai representar o Brasil em julho nos Jogos Pan-Americanos no Rio de Janeiro.
As finais foram disputadas na manhã de ontem no Ginásio da Unifil. Para o técnico da Unifil/FEL/Sercomtel, Giancarlos Ramirez, a Copa Paraná vai cumprir o papel de difundir a modalidade.
''O handebol só perde em número de praticantes nas escolas para o futsal. A Copa Paraná cumpre esse importante papel de divulgar o handebol e tem também a importância para a formação não apenas dos atletas, mas dos adolescentes, que vêm para o ginásio com as famílias'', opinou Ramirez.
E o amor ao esporte parece tomar conta de todos que pisam nas quadras da Unifil e do Moringão. É o caso da goleira Mariana Thomaz Suave, 17 anos, que defende a equipe Londrina/Champagnat. No intervalo da final contra o Curitiba/Cesmag, ela comentou sobre a importância da vibração na disputa, principalmente em jogos decisivos.
A goleira vê o jogo todo e tem de vibrar para incentivar a equipe e até para intimidar o adversário'', comenta a atleta, que pratica o esporte há três anos.
No Moringão, as técnicas Marlene Aparecida Reis e Cristiane Homan, dos times feminino e masculino, respectivamente, de Campo Mourão, salientaram a importância do patrocínio para o crescimento do handebol. Elas destacaram que a cidade de 84 mil habitantes conta com representantes nas mais diversas modalidades em competições estaduais e, por isso, fica difícil dividir o apoio entre todos.
''Para o tamanho da cidade, o apoio que recebemos em Campo Mourão é muito bom'', disse Marlene. Já Cristiane, que é auxilia técnica mas comandaria o time masculino ontem, declarou que considera mais fácil trabalhar com os meninos: ''Dá para cobrar e ser mais rígida. Eles também reclamam, mas são mais resistentes.''

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