A Copa do Mundo de Taekwondo, disputada no Azerbaijão (país localizado no Leste Europeu), apresentou uma série de novidades. Mudaram o estilo das lutas, a forma de pontuação (que agora é eletrônica), algumas regras e surgiram surpresas nas semifinais, com a presença de países que antes não figuravam em fases decisivas de competições internacionais. Alguns que surpreenderam foram a Turquia (campeã no masculino e semifinalistas no feminino), o Irã, o Marrocos e o próprio Azerbaijão.
  A seleção brasileira também esteve presente na competição, disputada no formato semelhante ao de uma Copa Davis de tênis, com disputas entre as equipes e com cinco atletas de cada País lutando contra cinco de outra nacionalidade. O Brasil classificou somente a sua equipe feminina para as quartas-de-final; a masculina caiu na primeira fase, com duas derrotas.
  A cidade de Londrina esteve representada pela medalhista olímpica Natália Falavigna e pelo técnico Fernando Madureira.
  A taekwondista, que venceu duas lutas e perdeu outra, acredita que as mudanças impostas pela Federação Internacional de Taekwondo – como adoção de coletes eletrônicos – mudarão o estilo de lutar.
  A Copa do Mundo serviu como preparação para a atleta londrinense, que disputará o Campeonato Mundial, na Dinamarca, em outubro.


Definido como a ‘‘arte que treina a mente através do corpo’’, indica uma forma de combate sem armas, especificamente para defesa pessoal


É a maior medalhista na história do esporte no país e a maior vencedora do Prêmio Brasil Olímpico em sua modalidade (2002/3/4/5/6/8) e a única atleta brasileira de taekwondo a participar de duas edições dos jogos olímpicos


O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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