São Paulo - A África exibirá ao mundo e mais especialmente à Europa a partir de hoje, quando começa a 25 edição da Copa da África, no Egito, o seu maior orgulho. Recheada de estrelas do futebol europeu, a tradicional competições de seleções da região desafia o calendário do velho continente e desfalca poderosos patrões da bola.
Cerca de 25% dos jogadores que atuarão na Copa da África são de times de bom nível na Europa. Só a França forneceu mais de 50 jogadores. A badalada liga inglesa cedeu mais de 20 atletas. ''Fora da África, as pessoas não imaginam a importância. Para nós, africanos, é o nosso Mundial'', diz Roger Milla, lendário ex-jogador da seleção camaronesa.
As 16 seleções são divididas em quatro grupos. Os dois melhores de cada chave vão aos mata-matas. A final será no dia 10 de fevereiro no Cairo. No jogo de abertura, Egito x Líbia, a África já colocará em jogo a bola da Copa alemã.

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