Tem algumas coisas que não dá para entender. Enquanto mais de 50 carros disputam a temporada de Copa Corsa em São Paulo e no Rio Grande do Sul são esperados mais de 20 pilotos por prova em 99, aqui no Paraná a categoria deixou de existir ainda este ano. Carro-chefe do Campeonato Paranaense de Automobilismo, a Corsa é que ditava as provas, sendo a grande atração. Os altos custos, segundo os pilotos, decretaram a falência da mesma.
Agora, qual a diferença entre os organizadores do evento no Paraná e Rio Grande do Sul? Enquanto aqui acabou, lá, este ano, o certame veio com muitos atrativos e os custos foram reduzidos. Pneus importados foram oferecidos gratuitamente aos pilotos e um acordo com a Petrobras fez com que os competidores recebessem combustível e óleo lubrificante de graça.
Tudo isso graças ao trabalho do promotor do evento. Somando tudo isso, o custo médio por prova, desde que não acontecesse nenhum acidente, saiu em torno de R$ 1.000,00. Porque aqui as coisas são tão difíceis?
- A F-3000 sai de cena em 99 (nos últimos anos nenhum campeão subiu para a F-1) e dá lugar para a F-1 Júnior, que correrá a maioria das provas nas preliminares da F-1. Times da F-1 já têm equipes, como a McLaren (West), Prost (Apomatox) e agora surge a Williams e Stewart. E os pilotos brasileiros estão bem colocados: Max Wilson (é piloto de testes da Williams), Mário Haberfeld (West), Marcelo Battistuzzi (pode continuar na Prost) e Ricardo Maurício (Stewart). O paranaense Enrique Bernoldi deve assinar com a SuperNova, bicampeã da categoria enquanto o mineiro Bruno Junqueira deve ficar na Draco.

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