Copa Corsa só não deu certo aqui no Paraná
PUBLICAÇÃO
domingo, 13 de dezembro de 1998
Da Redação 
Tem algumas coisas que não dá para entender. Enquanto mais de 50 carros disputam a temporada de Copa Corsa em São Paulo e no Rio Grande do Sul são esperados mais de 20 pilotos por prova em 99, aqui no Paraná a categoria deixou de existir ainda este ano. Carro-chefe do Campeonato Paranaense de Automobilismo, a Corsa é que ditava as provas, sendo a grande atração. Os altos custos, segundo os pilotos, decretaram a falência da mesma.
Agora, qual a diferença entre os organizadores do evento no Paraná e Rio Grande do Sul? Enquanto aqui acabou, lá, este ano, o certame veio com muitos atrativos e os custos foram reduzidos. Pneus importados foram oferecidos gratuitamente aos pilotos e um acordo com a Petrobras fez com que os competidores recebessem combustível e óleo lubrificante de graça.
Tudo isso graças ao trabalho do promotor do evento. Somando tudo isso, o custo médio por prova, desde que não acontecesse nenhum acidente, saiu em torno de R$ 1.000,00. Porque aqui as coisas são tão difíceis?
- A F-3000 sai de cena em 99 (nos últimos anos nenhum campeão subiu para a F-1) e dá lugar para a F-1 Júnior, que correrá a maioria das provas nas preliminares da F-1. Times da F-1 já têm equipes, como a McLaren (West), Prost (Apomatox) e agora surge a Williams e Stewart. E os pilotos brasileiros estão bem colocados: Max Wilson (é piloto de testes da Williams), Mário Haberfeld (West), Marcelo Battistuzzi (pode continuar na Prost) e Ricardo Maurício (Stewart). O paranaense Enrique Bernoldi deve assinar com a SuperNova, bicampeã da categoria enquanto o mineiro Bruno Junqueira deve ficar na Draco.


