Maringá - Os árbitros que participam do Copa Brasil de Futebol para Amputados precisam fazer um curso especial. A maioria já fez parte de federações estaduais e da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Roliene Santos Flor está trabalhando na competição e explica que para não se aposentar, decidiu se especializar.
Ele conta que quando apitou o primeiro jogo, ficou surpreso com a agilidade dos jogadores e também com a lealdade de todos. Assim que eles caem no chão, a jogada é paralisada e ninguém tenta tocar na bola. ''Eles não devem nada para outros jogadores'', observa.
Roliene explica que o jogo é disputado em um campo de futebol suíço, com seis jogadores em cada equipe. É proibido tocar na bola com a muleta ou com o membro amputado. O goleiro também só pode pegar a bola com uma das mãos e não pode sair da área em hipótese alguma.
A Copa Brasil é realizada todos os anos, sendo que a cada dois anos acontece o Mundial. A edição atual conta com sete times Adfego ''A'' e ''B'' de Goiânia, ADPG de Praia Grande (SP), Amda Minas Gerais, Andef Niterói (RJ), APPD Belém e Assama Maringá e está sendo disputada em pontos corridos. Os últimos jogos serão amanhã. (G.F.)

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