São Paulo - O árbitro brasileiro Carlos Eugênio Símon e os dois assistentes também brasileiros que o acompanhavam na Copa da Alemanha não vão mais trabalhar no torneio. A Fifa divulgou ontem a relação dos 12 trios de arbitragem que ainda podem ser convocados para partidas do Mundial e excluiu o brasileiro.
Da América do Sul, os árbitros mantidos foram o argentino Horacio Elizondo e o uruguaio Jorge Larrionda. Simon apitou duas partidas na Copa: Itália 2 x 0 Gana, na primeira rodada da fase inicial; e Alemanha 2 x 0 Suécia, pelas oitavas-de-final. A primeira atuação do brasileiro foi criticada pela não-marcação de dois pênaltis para a seleção africana.
Entre os 12 árbitros mantidos, além dos dois da América do Sul, estão um da Ásia, um da África, um da América do Norte, um da Oceania, e seis da Europa. Um dos europeus é o espanhol Luis Medina Cantalejo, que marcou o polêmico pênalti nos acréscimos que classificou a Itália diante da Austrália para as quartas-de-final ele foi escolhido para apitar Brasil x França, no sábado.
Cantalejo, 42 anos, tomou uma das decisões mais polêmicas do Mundial durante o confronto entre Itália e Austrália, pela segunda fase do torneio, ao marcar um pênalti controverso para os italianos nos acréscimos da partida. O presidente do Comitê de Arbitragem da Fifa é um espanhol, Ángel María Villar Llona, que também preside a Federação Espanhola de Futebol.

mockup