Contratempos marcaram trabalho de Paulo Basul
O caminho das meninas até a China não foi percorrido sem contratempos. Ainda antes do Pré-olímpico Mundial, o técnico Paulo Bassul perdeu a pivô Érika por motivos médicos e a armadora Adrianinha por questões particulares. Já em Madri, a seleção desperdiçou a chance de antecipar sua classificação na sexta-feira, ao ser derrotada pela Bielorrússia por 86 a 79 na prorrogação. O confronto também determinou o corte da ala Iziane por indisciplina. Insatisfeita com sua substituição, a jogadora recusou-se a voltar à quadra no final da partida.
Derrota, perda da principal jogadora, as brasileiras superaram todas estas dificuldades e arrancaram a classificação, dando ainda mais sabor à conquista. Com um time reformulado, em seu primeiro ciclo de competições, a equipe nacional segue em busca de sua terceira medalha olímpica. Com a geração que ainda tinha Paula e Hortência na frente, o Brasil foi prata nos Jogos de Atlanta-96. Quatro anos depois, já sem a dupla histórica, mas ainda com Janeth, Helen e Alessandra, a seleção ficou com o bronze em Sydney. Em Atenas-2004, a equipe chegou perto, mas teve de se contentar com a quarta colocação. (Gazeta Press)





