São Paulo - O caso da nadadora Rebeca Gusmão terá um capítulo importante hoje. Ela depende do resultado da amostra B de urina do exame antidoping feito no dia 13 de julho, a pedido da Federação Internacional de Natação (Fina), para saber se volta a competir nas piscinas. A contraprova será aberta hoje, no Institude Armand Frapier, em Montreal, Canadá, mesmo laboratório que detectou a presença de testosterona em níveis excessivos na amostra A.
  O médico especialista em doping José Blanco Herrera representará Rebeca em Montreal. O resultado será conhecido em, no máximo, três dias. Em caso de novo exame positivo, Rebeca Gusmão pode ter sua suspensão provisória transformada em uma pena de dois anos sem competir – assim, não iria à Olimpíada de Pequim, em 2008.
  Se for punida, Rebeca também corre o risco de ficar sem as quatro medalhas conquistadas nos Jogos Pan-Americanos do Rio – ouro nos 50 metros e 100 metros livre, prata no revezamento 4 x 100 metros medley e bronze no 4 x 100 metros livre.

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