Curitiba - Melhorar a má campanha dentro de casa no 2º turno, ao menos buscando igualar o aproveitamento de pontos desta fase ao obtido no 1º turno. A missão do Paraná para a partida com a Portuguesa, às 21 horas, na Vila Capanema, é clara, mas nem por isso fácil. Com 33,3% de aproveitamento nas quatro partidas que fez em seu estádio no returno, o Tricolor mal supera a metade da marca de 62,96% obtida como mandante no turno inicial.
Quadro que leva Roberto Cavalo - que em três jogos dentro de casa ainda não venceu - a adotar postura mais cautelosa do que a utilizada diante do Figueirense, quando a equipe paranista partiu para o ataque e foi goleada por 4 a 0, diante de sua torcida. Para evitar que a história se repita, o treinador mantém a formação mais defensiva habitualmente utilizadada nos jogos como visitante, com três zagueiros e somente um atacante - esquema que obteve sucesso nas duas últimas partidas longe de Curitiba, contra Ceará e Brasiliense.
Sem o suspenso Rafinha na ligação entre meio-campo e ataque, Cavalo deve escalar o garoto Élvis na função, auxiliado por Davi, que chegou a ser dúvida mas se recuperou a tempo. Mas pode abrir mão de um dos armadores para fortalecer ainda mais a marcação, com a presença de Luiz Henrique Camargo - volante que pode também substituir Adoniran, que se recupera de uma forte gripe.
Certa mesma é a presença de João Paulo no meio-campo. O volante terá a habitual liberdade para chegar à frente e arriscar chutes de média distância, como o que garantiu a vitória sobre o Brasiliense, na última rodada. ''A gente acredita em cada jogador e no nosso time e sabemos que vamos fazer um grande jogo com a Portuguesa. Com certeza temos que marcar forte, mas temos que procurar jogar também'', conta.
Já a Lusa, que tenta se aproximar do G-4, Vágner Benazzi tem dúvidas para preencher as vagas dos suspensos Ygor e Héverton. Marco Antônio e Guilherme são as opções para a cabeça-de-área, enquanto Fellype Gabriel e Kempes disputam um lugar no ataque.

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