São Paulo - Foram duas vitórias seguidas de Lewis Hamilton nas duas últimas corridas. O suficiente para que o inglês chegasse à Hungria, onde hoje acontece a definição do grid de largada para a 11 das 18 etapas do Mundial de F-1, às 9 horas (de Brasília), com uma enorme tranquilidade.
''Nós definitivamente temos condições de atacar e lutar pela vitória'', declarou o piloto da McLaren após cravar o melhor tempo na segunda sessão de treinos livres de ontem em Hungaroring. O 1min20s554 que obteve à tarde foi a melhor marca do dia - Felipe Massa, com sua Ferrari, havia ficado em primeiro no treino da manhã, com 1min20s981.
''É sexta-feira, e sexta-feira não representa nada. É apenas um dia para nos aquecermos'', tentou despistar o líder do campeonato - tem quatro pontos de vantagem sobre Massa e sete sobre Kimi Raikkonen.
Mas, logo depois, Hamilton emendou: ''Estou relaxado, guiando bem, tenho um bom carro e as coisas estão fluindo. Não é uma questão de confiança, pois isso nunca me faltou''.
Se na McLaren o clima é de aparente sossego, na Ferrari a situação é bastante diferente, já que a escuderia italiana não vence há dois GPs e, pior, não fez boas apresentações nem em Silverstone nem em Hockenheim - somou apenas 14 pontos com seus dois pilotos. ''É difícil dizer exatamente onde estamos em comparação com nossos adversários. Mas obviamente eles estão muito rápidos'', falou Massa.
A grande surpresa do dia voltou a ser o brasileiro Nelsinho Piquet. Após conseguir o seu primeiro pódio na F-1 com o segundo lugar no GP da Alemanha, há duas semanas, o piloto da Renault foi o segundo mais rápido ontem. Nelsinho conseguiu a sua melhor volta, 1min20s748, na segunda sessão, e promete brigar por um bom lugar no grid de largada.

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