Depois de ter sua realização seriamente ameaçada, o Grande Prêmio Rio de Motovelocidade, previsto para o dia 3 de novembro, será confirmado, na próxima semana, pelo prefeito da cidade, César Maia, e pelo diretor-presidente da Vadam Intenacional, Moacir Galo, que comercializa os direitos do evento no Brasil. Uma minuta do novo contrato para viabilizar a prova está, desde segunda-feira, com o procurador-geral do município, Julio Rebello Horta.
Segundo Galo, na sexta-feira, o prefeito deu o ‘‘ok’’ para a realização do evento. ‘‘A prefeitura vai pagar US$ 2,65 milhões, ainda este mês, e ficarei responsável pela implementação das obras no autódromo, além de outros custos’’, revelou o diretor-presidente da Vadam. O pagamento será depositado no Brasil, o que diminuirá a incidência de impostos.
O procurador-geral do município do Rio informou que ainda não analizou a nova minuta, mas explicou que, se ela estiver de acordo com o que foi negociado com Maia, não haverá problemas. ‘‘Recebi orientação do prefeito que, aparentemente, chegou a um acordo’’, explicou Rebello.
Com a realização da prova neste ano, o Brasil assegura uma vaga no calendário de 2002.

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