Competição reúne revelações do tênis
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quarta-feira, 01 de outubro de 2008
Julio Cesar lima<br>Equipe da Folha 
Curitiba - Continua hoje no Graciosa Country Club, em Curitiba, as quartas-de-final da 3ªCopa Bras-Onda de Tênis Feminino, que se encerra no sábado com as decisões das categorias duplas e simples. O torneio reúne 32 tenistas do Brasil, Argentina, Colômbia, Venezuela, Paraguai e Peru e distribui prêmios que totalizam US$ 10 mil.
A colombiana Castiblanco Duarte, que no início da semana fez dupla com a argentina Aranza Salut, na vitória por 2 a 0 (6 a 0 e 6 a 2 ) sobre a dupla brasileira Melissa Silva e Renata Dias, tem 20 anos e já conta com experiência em torneio internacionais. Segundo ela, a experiência no torneio brasileiro é positiva, pois em seu país o tênis ainda carece de investimentos.
Estamos evoluindo um pouco mais, mas não há um apoio econômico que dê condições para jogar melhor e esse é um problema que enfrentamos na Colômbia, disse Castiblanco, número 730 no ranking mundial e 4ªno ranking colombiano. Após a etapa de Curitiba, Castiblanco participará de competições em Mogi das Cruzes, no interior paulista.
A argentina Aranza Salut, 17 anos, joga desde os 12 anos e tem como ídolos o espanhol Rafael Nadal e a russa Maria Sharapova. Número 550 no ranking mundial, a tenista pretende obter bons resultados na competição e seguir adiante em outros torneios pelo Brasil e em outros países da América Latina.
Aranza acredita que o principal fator que pode levar um jogador à vitória é a concentração, e por isso procura ter um bom preparo físico e mental antes de cada partida. A cabeça é o principal, depois o físico e o tênis, avaliou.
Para Melissa Silva, que reside em São Paulo, sua participação no Bras-Onda serve como avaliação para o futuro. Com 18 anos, Melissa joga tênis desde os nove anos, mas sempre com o apoio do pai, que participa de um clube de tênis no interior paulista. Onde treino (Alphaville) encontro bastante incentivo, experiência, mas a exemplo da maioria das nossas atletas, precisamos ir para fora e depois voltarmos para conquistarmos algo maior.


