Como faz há 48 anos, lá estava o Rosquinha
Como faz há 48
anos, lá estava
o Rosquinha
Mario CesarRosquinha, 72 anos: saudades do grande NacionalMario CesarWellington, 14 anos: nova geração de torcedoresBoné na cabeça, cabelos grisalhos, apaixonado por futebol. O perfil é de Rosquinha. Se chamar pelo nome verdadeiro ninguém, em Rolândia, vai saber quem é. Mas ontem, se alguém gritasse para os torcedores que lotaram a pequena arquibancada do Estádio Erick Georg cadê o Rosquinha, todos apontariam para o senhor Antônio Arcadi.
Rosquinha têm 72 anos, é aposentado e torce pelo Nacional de Rolândia há 48 anos. Não perde um jogo. Ele conta que sente um pouco de saudade da época que o Nacional era grande. Vinha Corinthians, Vasco... e nenhum deles saía daqui sem levar chumbo. Lembra com saudade dos tempos do goleiro Mão de Pilão, que jogou na equipe na década de 70. Era um goleiraço. Sobre o time atual, tem uma certeza. O Valdir Perez não ia vir aqui para passar vergonha, não é!
Alguns degraus acima, na arquibancada estava o garoto Wellington Ferraz Carrara, de 14 anos, da nova geração de torcedores do clube. Meia-esquerda do time infantil do Rolândia, diz que torce mesmo é para o Nacional. Vou em jogos até em outras cidades, diz.
(Claudio Osti)





