Ações – Transformados em empresa anteriormente, os clubes ingleses lançaram ações em bolsas em 1996. Assim, o valor do clube passou a oscilar de acordo com o mercado e com o seu desempenho em campo. Nem todos optaram por esse modelo, com a retração do mercado.
Receitas – Ao estruturar os clubes e reconstruir os estádios, os ingleses valorizaram o seu campeonato nacional. As receitas por transmissão de televisão e licenciamento aumentaram, o que trouxe crescimento aos clubes.
Transferências – A principal fonte de renda dos clubes ainda é negociar jogadores, mesmo com a Lei Bosman, por causa da cláusula de rescisão dos contratos.
Déficit – Embora melhor estruturados, os clubes ingleses, em sua maioria, têm déficits anuais. Entre os 96 das quatro divisões, apenas cinco apresentaram superávits.

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